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Fonte: Computer World Data: 10/06/2008
Estudo da Sciere Consultoria indica três cenários futuros para os próximos 15 anos do setor financeiro: “Velhas Fronteiras”, “Novos Horizontes” e “Tempos Precários”.
O primeiro é um cenário de continuidade, cuja transformação se dará pelo impacto de elementos como novas tecnologias e processos web, nos sistemas e nas estratégias bancários. O segundo, “Novos Horizontes”, é uma possível conseqüência do cenário “Velhas Fronteiras”. O mais improvável, segundo a análise, é o “Tempos Precários”.
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Nas duas opções com maior possibilidade de se tornarem concretas, a análise estabelece um aumento do poder dos clientes e da comunidade, fortalecidos pelo avanço da tecnologia e dos processos Web.
A pesquisa parte da seguinte hipótese: qualquer nova tecnologia que vai impactar a indústria financeira nos próximos 15 anos já está sendo estudadas em algum laboratório. Elas estão em fase de pesquisa em universidades e empresas, apontam para um futuro com capacidade computacional, conectividade e velocidade de transmissão muito maiores e acessíveis para grande parte da população.
Novas formas de interação com as máquinas (processamento de fala, de imagem), mais inteligentes e com maior capacidade de compreensão dos usuários, também são tendências futuras levadas em conta pela consultoria.
Os processos Web que surgiram recentemente exercerão forte influência na maneira como os clientes do futuro se comportarão e na interação com eles. De acordo com a análise, os mecanismos chamados de web 2.0 já impactam a indústria. Os mundos virtuais, blogs, fóruns e wikis já abriram novas formas de cooperação entre empresas, fornecedores, consumidores e público em geral.
A expectativa da consultoria é que, em 2023, a geração ativa economicamente estará familiarizada com tais formas de interação na web e terá sido moldada por um ambiente que favorece a aproximação e a articulação entre indivíduos.
“Em um prazo maior, o desafio para todas as empresas que lidam com pessoas é que a geração digital está entrando no mercado. E essa é uma geração muito diferente das que já tivemos”, ressalta Edson Fregni.
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