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Fonte: Decision Report Data: 11/06/2008
Os cenários prováveis para o setor bancário nos próximos quinze anos foram apresentados durante o painel “Banco do Futuro”.
Edson Fregni, sócio-fundador da SCIERE Consultores dividiu em três panoramas os desafios e mudanças provocadas no caso de o setor financeiro ser controlado pelos próprios bancos, pelas agências reguladoras ou pelos consumidores.
A iniciativa é parte de um plano de continuidade de negócios, requisito básico para uma política de segurança da informação bem sucedida. E, na busca pelo sucesso, de acordo com Dorival Dourado, diretor-executivo da SERASA, o desafio principal é não limitar ações de usuários devido a políticas de proteção. Para ele, de nada adianta um ambiente protegido, mas de difícil operação.
Gary Curtis, Chief Tecnology Strategist da Accenture, os bancos não podem deixar de pensar no “generation gap” – vazio entre gerações – que há hoje no mercado. “A diferença existente entre os consumidores de 40 e 50 anos, para aqueles de até 20 anos é imensa". Com os jovens, ele acredita, a comunicação mais efetiva é por meio de mensagens instantâneas – via Internet ou celular – e blogs. “Além disso, esse é um público muito exigente, que quer feedbacks e que deve continuar acompanhando as inovações tecnológicas”, diz.
Outro ponto chave para as instituições bancárias atualmente e no futuro, com o aumento de concorrência, é a confiança perante o consumidor. “É preciso usar os dados, por exemplo, para melhor se relacionar com os correntistas, visto que o público mais jovem – que será nosso principal target em alguns anos – não é tão apegado a marcas e leva mais em consideração o atendimento do que até as taxas oferecidas pela instituição”, conta Boxley Llewellyn, diretor de Iniciativas de Crescimento da IBM. |
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